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O Prémio Fidelidade mundial Jovens Pintores foi criado em 1990 com a finalidade de estimular jovens talentos na área da pintura e de contribuir
para a sua revelação.

Esta edição segue a mesma linha de rumo que foi traçada na 9.ª edição, em 2007, com a introdução de mudanças acentuadas na configuração do
Prémio, desde os critérios de participação no concurso (aberto a artistas com idades entre os 23 e os 30 anos e que tenham a frequência do terceiro
ano de um curso de uma escola de arte), da composição do júri (onde pintores reconhecidos e curadores com protagonismo no contexto artístico estão em igual número) e do número e dos valores das premiações (o 1.º prémio no valor de € 7.500 e três menções honrosas, cada uma no valor de € 3.500), até ao perfil da exposição de onde saem os premiados (selecção muito mais
restrita de artistas e representação mais alargada do trabalho de cada um).

No dia 25 de Janeiro de 2011, o júri – composto por Miguel Lobo Antunes, Administrador da Culturgest, pelos Pintores João Queiroz e Bruno Pacheco,
e pelos Curadores Leonor Nazaré e Miguel Wandschneider – reuniu-se para, dos 77 artistas que enviaram obras a concurso, seleccionar os participantes na exposição, tendo a sua escolha recaído em André Catalão, Ana Manso, Daniel Melim, Jorge Lopes, Mariana Gomes e Rui Pedro Jorge.

Em reunião, no dia 23 de Março, perante as obras expostas, o juri decidiu a atribuição do 1º Prémio a Daniel Melim e de três menções honrosas, sem hierarquia, a Mariana Gomes, Jorge Lopes e Ana Manso.

Depois de ter sido apresentado, desde a primeira edição, na Galeria 2 da culturgest, a apresentação do Prémio ocorreu, pela segunda vez, no chiado 8,
espaço que, nos últimos anos, se tornou uma referência no circuito artístico em lisboa, reflectindo a aposta convicta e determinada da Fidelidade mundial na divulgação da arte contemporânea.