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O Trabalho de João Penalva (Lisboa, 1949) parte frequentemente de um dado, de um acontecimento ou de um referente concreto para desenvolver uma multiplicidade de objectos e dispositivos cujas relações sinérgicas enformam sofisticadas narrativas. Deste exercício resultam elaboradas instalações onde instâncias dos mais diversos meios interagem e se contaminam.

Na base da exposição que João Penalva projectou para o Chiado8 encontra-se uma obra recente intitulada Pavlina. Desenvolvida em torno de um sonho relatado por uma entomologista, esta peça tanto reflete sobre o esforço de tradução de uma experiência onírica, quanto sobre o potencial estético e simbólico contido no escrutínio de um micro-acontecimento. Complementada por um conjunto de trabalhos inéditos, a exposição que agora se apresenta propõe um percurso através de um imaginário onde se entrecruzam referências científicas e experiências quotidianas, factos e indícios, documentos e artefactos.