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A tendência para tomar o espaço expositivo como um palco e para fazer das suas obras agentes de ações muitas vezes perturbadoras, sarcásticas, cómicas ou exasperantes é uma das características determinantes do trabalho de Gonçalo Barreiros (Lisboa, 1978). Recorrendo a uma grande variedade de recursos técnicos, o artista tem vindo a produzir na última década um corpo de obras bastante diverso e a partir do qual se constroem situações insólitas, por vezes humorísticas, que nos colocam frente-a-frente com os preconceitos e as censuras que governam muitos dos nossos valores sociais.

A exposição que Gonçalo Barreiros agora traz ao Chiado 8 alarga substancialmente o seu território autoral. Tomando o espaço expositivo como uma gigantesca moldura, em Vraum o artista estabelece um jogo de relações materiais e humanas no qual, entre outros, se ensaia um encontro entre a escultura e a expressão gráfica, se testa a suposta vocação comunicativa da arte e se põe em causa o estatuto do espectador. Tudo isto através da invocação de uma linguagem remota mas que nos é a todos muito familiar.

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